Salário-paternidade no INSS, novas regras

Especialistas em Direito Previdenciário destacam que o salário-paternidade no INSS é um benefício destinado a substituir a remuneração do segurado homem durante o período de afastamento para cuidados com o filho, seja em casos de nascimento, adoção ou guarda judicial. O benefício assegura direitos tanto aos pais biológicos quanto aos pais que adotarem ou receberem a guarda de um menor, promovendo igualdade no acesso à proteção previdenciária. Atualmente, o tema é objeto de atenção na Câmara dos Deputados, por meio do Projeto de Lei nº 3.935/2008, que propõe a ampliação da licença-paternidade e a criação formal do salário-paternidade. Em termos práticos, o salário-paternidade segue as regras do salário-maternidade, sendo devido pelo período de 120 dias na maioria dos casos, com variações nos casos de óbito da mãe ou outras situações excepcionais. Para ter direito, o homem deve possuir a qualidade de segurado no momento do fato gerador e, desde 2024, não há exigência de carência mínima, de acordo com decisão do Supremo Tribunal Federal. O acompanhamento da tramitação do projeto e a compreensão dos requisitos legais são essenciais para que pais biológicos e adotantes possam garantir o recebimento do benefício e exercer plenamente o direito ao afastamento remunerado, fortalecendo a participação masculina nos cuidados da primeira infância e ampliando a proteção à família no Brasil. Salário-paternidade no INSS, novas regras
Acidente de moto pode dar direito a benefício?

Especialistas em Direito Previdenciário explicam que acidentes de moto podem sim gerar direito a benefícios do INSS, dependendo das consequências do acidente e da categoria do segurado. O trabalhador que sofre lesões que o afastam temporariamente de suas atividades pode ter direito ao auxílio por incapacidade temporária (antigo auxílio-doença), enquanto casos com sequelas permanentes e redução da capacidade de trabalho podem ensejar o auxílio-acidente, de natureza indenizatória. Já quando o acidente resulta em incapacidade total e definitiva, o segurado pode ser aposentado por invalidez (atualmente chamada aposentadoria por incapacidade permanente). A concessão depende da comprovação médica e pericial da incapacidade e da manutenção da qualidade de segurado no momento do acidente. Diante da complexidade das regras e da variação conforme o tipo de vínculo, recomenda-se buscar orientação de advogado previdenciarista, capaz de avaliar a situação específica e indicar o benefício adequado para cada caso. Acidente de moto pode dar direito a benefício?
Aposentadoria por tempo de contribuição ainda existe?

Especialistas em Direito Previdenciário destacam que a reforma extinguiu a modalidade clássica da aposentadoria por tempo de contribuição, mas preservou direitos adquiridos de quem já havia cumprido os requisitos até 13/11/2019 e criou quatro regras de transição para os demais segurados. Essas regras permitem que milhões de trabalhadores ainda se aposentem considerando o tempo de contribuição, embora com cálculos e exigências diferentes, que podem impactar diretamente no valor final do benefício. Na prática, a grande dúvida não é se a aposentadoria por tempo de contribuição ainda existe, mas em qual regra cada segurado se encaixa e qual delas garante o maior valor possível. Por isso, o planejamento previdenciário tornou-se essencial para evitar escolhas equivocadas que podem comprometer a renda vitalícia do trabalhador. Neste texto, você vai entender como a aposentadoria por tempo de contribuição funciona após a reforma, quais são as regras de transição disponíveis e de que forma um planejamento adequado pode fazer toda a diferença no momento de solicitar o benefício. Aposentadoria por tempo de contribuição ainda existe?
Isenção de Imposto de Renda por doença grave

Especialistas em Direito Previdenciário ressaltam que a recente decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) trouxe um marco relevante para aposentados e pensionistas com doenças graves. A Corte definiu que não é mais obrigatório apresentar requerimento administrativo antes de recorrer à Justiça para pedir a isenção do Imposto de Renda ou solicitar a restituição de valores pagos indevidamente. Essa mudança elimina uma etapa burocrática que, muitas vezes, atrasava o acesso a um direito fundamental, especialmente de quem já enfrenta altos custos com tratamentos médicos contínuos. Com essa nova orientação, o processo de reconhecimento da isenção torna-se mais ágil e direto, reforçando o princípio constitucional do acesso à Justiça. Neste texto, você vai entender o que motivou a decisão do STF, quais são seus efeitos práticos e de que forma ela pode facilitar a vida de contribuintes em condições de vulnerabilidade. Tudo de maneira clara e objetiva, para que você saiba como agir e garantir seus direitos. Isenção de Imposto de Renda por doença grave
Indenização para profissionais da saúde

Especialistas em Direito Previdenciário destacam que a Lei nº 14.128/2021 trouxe uma proteção especial aos profissionais de saúde que atuaram no enfrentamento da pandemia de COVID-19. O regramento prevê o pagamento de indenização em dinheiro nos casos de incapacidade permanente causada pela doença ou em situação de falecimento do profissional, hipótese em que o benefício é destinado aos seus dependentes. Para ter direito, é necessário comprovar que a contaminação ocorreu durante o período de emergência em saúde pública, no exercício da atividade profissional de atendimento direto a pacientes infectados. Além disso, a indenização é cumulativa com outros benefícios, como pensão, aposentadoria ou seguro, o que reforça seu caráter reparatório e independente. Embora esteja em vigor desde março de 2021, ainda é grande o número de profissionais e familiares que não sabem da existência desse direito. Por isso, vale a pena acompanhar este conteúdo e verificar se você ou seus entes têm a possibilidade de receber essa indenização. Indenização para profissionais da saúde
Mudanças na aposentadoria do policial

Especialistas em Direito Previdenciário explicam que as mudanças na aposentadoria do policial, trazidas pela Reforma da Previdência de 13/11/2019, impactaram de forma direta os servidores da área de segurança pública. O novo regramento criou três cenários distintos: direito adquirido, regras de transição e novas regras. Cada modalidade possui requisitos próprios de idade mínima, tempo de contribuição, tempo de exercício na carreira policial e cálculos diferenciados dos proventos, o que exige atenção redobrada ao histórico funcional e à data de ingresso no serviço público. Além da aposentadoria especial (voluntária), também permanecem previstas a aposentadoria compulsória, aos 75 anos, e a aposentadoria por invalidez, em casos de incapacidade permanente para o trabalho. Outro ponto relevante é a discussão sobre a aposentadoria proporcional, que deixou de existir após a reforma, mas ainda pode ser pleiteada em situações de direito adquirido ou em unidades federativas sem legislação própria. Diante de tantas mudanças e detalhes específicos da carreira policial, um planejamento previdenciário especializado torna-se essencial para identificar em qual regra o servidor se enquadra, escolher a forma mais vantajosa de aposentadoria e evitar perdas financeiras ou atrasos na concessão. Mudanças na aposentadoria do policial
Mudanças na aposentadoria do militar

Especialistas em Direito Previdenciário explicam que as mudanças na aposentadoria do militar, trazidas pela Reforma da Previdência e pela Lei nº 13.954/2019, alteraram significativamente o Sistema de Proteção Social dos Militares, criando três cenários: direito adquirido, regras de transição e novas regras. Cada modalidade possui requisitos específicos de tempo de serviço, idade máxima ou postos e graduações, exigindo atenção ao histórico militar e às datas de ingresso na carreira. Além disso, há diferenças entre reserva remunerada e reforma, cada uma com regras próprias de cálculo de proventos e possibilidade de convocação futura. Um planejamento especializado é essencial para identificar a regra mais vantajosa, garantir a passagem correta para a inatividade e evitar perdas financeiras ou atrasos na concessão. Quer entender em qual regra você se enquadra e como garantir seus direitos como militar? Acesse nosso conteúdo completo e saiba todos os detalhes. Mudanças na aposentadoria do militar
Revisão do BPC

Especialistas em Direito Previdenciário explicam que a revisão do BPC tem como objetivo verificar se o beneficiário ainda atende aos critérios de elegibilidade, garantindo que o benefício continue sendo pago apenas a quem realmente tem direito. Com as novas regras, a revisão deixa de ser obrigatória para idosos com deficiência a partir dos 65 anos, mas a reavaliação permanece obrigatória para beneficiários que não se enquadram nas novas regras de dispensa. Avaliar corretamente a necessidade de reavaliação e entender os critérios de dispensa exige atenção às regras vigentes e aos procedimentos definidos pelo INSS. Um acompanhamento especializado garante que o processo seja cumprido de forma segura e que direitos não sejam perdidos por falta de informação. Quer saber se você precisa passar pela revisão do BPC? Acesse nosso conteúdo completo e descubra todos os detalhes. Revisão do BPC
Vale a pena aceitar o acordo de devolução dos valores do INSS?

Especialistas em Direito Previdenciário alertam que a adesão ao acordo de devolução dos valores descontados indevidamente pelo INSS deve ser feita com cautela. Apesar de oferecer uma solução rápida e sem necessidade de ação judicial, o acordo exige que o beneficiário abra mão de direitos que poderiam ser reconhecidos na Justiça, como devolução em dobro, juros legais e indenização por danos morais. A adesão só é permitida para quem contestou os descontos e não recebeu resposta da entidade no prazo legal. Por isso, antes de aceitar, é fundamental avaliar se o valor proposto está correto e se há possibilidade de obter compensações mais vantajosas judicialmente. Com análise técnica do caso e, se necessário, orientação de um advogado especializado, o segurado pode tomar a decisão mais segura e adequada à sua situação. Vale a pena aceitar o acordo de devolução dos valores do INSS? Confira nosso conteúdo completo e entenda os riscos e alternativas disponíveis antes de decidir.
Descontos indevidos na aposentadoria

Especialistas em Direito Previdenciário alertam que aposentados e pensionistas devem acompanhar de forma atenta os valores pagos mensalmente pelo INSS para identificar possíveis descontos indevidos. Entre os casos mais comuns estão mensalidades de associações não autorizadas, empréstimos consignados fraudulentos e cobranças superiores ao permitido por lei. Ao notar qualquer desconto desconhecido, o segurado pode solicitar a exclusão diretamente pelo portal Meu INSS ou pela Central 135, e também bloquear o benefício para evitar novas cobranças. É possível exigir a devolução dos valores indevidos e, se necessário, buscar auxílio jurídico para ingressar com ação judicial. Quer saber como identificar esses descontos e pedir o reembolso? Entenda agora seus direitos e os caminhos disponíveis para corrigir cobranças irregulares na sua aposentadoria. Descontos indevidos na aposentadoria
