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Você sabia que...
há mais de uma forma de aposentadoria?

Aposentadoria pelas regras do INSS no Brasil

O segurado que cumprir os requisitos de aposentadoria no Brasil estará amparado pela previdência social brasileira e poderá ter direito a benefícios, inclusive de aposentadoria.

Aposentadoria pelas regras no exterior

O brasileiro residente no exterior poderá se aposentar de modo independente ao cumprir os requisitos do país fiscal o qual reside, recebendo em moeda estrangeira.

Aposentadoria proporcional nos dois países através de acordos

Essa opção pode ser vantajosa para quem não vai conseguir contribuir em ambos os países ou que não conseguiu completar o tempo total em cada um. Ou seja, esta possibilidade é voltada para quem precisa somar o tempo contribuído nos dois países. Contudo, neste caso a aposentadoria em dois países será proporcional ao valor contribuído para cada um;

O Que São Acordos Internacionais de Previdência?

Os Acordos Internacionais de Previdência permitem que brasileiros que trabalharam no exterior possam somar o tempo de contribuição feito em outros países ao tempo de contribuição no Brasil, facilitando a obtenção de benefícios previdenciários. O Brasil possui acordos com diversos países, incluindo:Acordos Bilaterais: Alemanha, França, Itália, Japão, Portugal, Espanha, Estados Unidos, entre outros.Acordos Multilaterais: Convenção Ibero-Americana e Acordo do Mercosul.Esses acordos possibilitam a totalização de períodos de contribuição, ou seja, somar os tempos trabalhados em diferentes países para cumprir os requisitos para aposentadoria.

Quais Benefícios Você Pode Solicitar?

Dependendo do país em que você contribuiu e do acordo existente, é possível solicitar:AposentadoriasPensão por morteAuxílio-doençaAuxílio-acidenteSalário-maternidadeMesmo com a totalização, o valor do benefício será calculado proporcionalmente com base nas contribuições feitas em cada país.

Como Funciona a Totalização de Contribuições?

O tempo de contribuição no Brasil e no exterior pode ser somado para atingir os requisitos mínimos de aposentadoria.Cada país paga sua parte proporcional, de acordo com o tempo de contribuição feito sob sua legislação.É possível iniciar o processo sem sair do país onde você reside, com suporte remoto completo.

Por Que Contar com a Jácome Advocacia?

Atendimento especializado em Direito Previdenciário InternacionalConsultoria personalizada para brasileiros residentes no exteriorPlanejamento previdenciário com foco em totalização de tempoSuporte completo para contribuições atrasadas ou facultativasAtendimento 100% online, com eficiência e segurança jurídica

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Perguntas frequentes

Sim! É possível que um brasileiro que trabalha ou trabalhou no exterior, tenha uma aposentadoria nos dois países.  Para isso, há duas formas:

  • Pelo Acordo Internacional, somando os tempos contribuídos em cada país.   
  • Ou contribuir em ambos os países e solicitar o benefício em cada um. Neste caso, vale para países com ou sem Acordo com o Brasil. Além disso, o benefício será conquistado integralmente em cada um dos países em que o trabalhar houver cumprido os requisitos.

Assim, os países que possuem Acordo com o Brasil, além de permitir os benefícios de forma independente, permitem também somar o tempo de contribuição em cada um deles para a concessão de um benefício proporcional ao tempo contribuído nesses países.

Os Organismos de Ligação são unidades designadas para realizarem a comunicação entre os Países Acordantes, garantindo o cumprimento das solicitações formuladas no âmbito de cada Acordo.

Não. Somente o critério de cidadania não irá lhe garantir o direito a uma aposentadoria estrangeira. 

Depende. Se trabalhou no exterior e deseja utilizar o Acordo Internacional, o país acordante no exterior poderá pagar proporcionalmente ao tempo trabalhado em moeda estrangeira. 

Sim! Alguns Acordos internacionais de Previdência estabelecem que é possível receber salário de aposentadoria em valor inferior ao salário-mínimo.

Assessoria de especialistas em Direito Previdenciário.
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Especialistas em Direito Previdenciário explicam que a dor lombar e a hérnia de disco podem, sim, dar direito a benefícios do INSS, mas não de forma automática. O fator decisivo não é o diagnóstico em si, e sim o grau de limitação funcional que essas condições provocam na capacidade de trabalho do segurado. Dependendo da gravidade do quadro e do impacto na atividade profissional exercida, a dor lombar e a hérnia de disco podem justificar a concessão de benefícios por incapacidade temporária, aposentadoria por incapacidade permanente ou até auxílio-acidente, quando houver redução definitiva da capacidade laboral. Na prática, o INSS analisa cada caso de forma individual, considerando a documentação médica, o histórico clínico, a função desempenhada e o resultado da perícia. Muitos pedidos são indeferidos não porque o segurado não tenha direito, mas porque não consegue comprovar de maneira clara e consistente como a doença limita o exercício do trabalho. Por isso, compreender em que situações a dor lombar e a hérnia de disco geram incapacidade, quais benefícios podem ser concedidos, quais provas são exigidas e como funciona a avaliação pericial do INSS é fundamental para evitar negativas indevidas e tomar decisões previdenciárias mais seguras. Dor lombar e hérnia de disco podem dar direito a benefícios do INSS?

Dor lombar e hérnia de disco podem dar direito a benefícios do INSS?

Especialistas em Direito Previdenciário explicam que a dor lombar e a hérnia de disco podem, sim, dar direito a benefícios do INSS, mas não de forma automática. O fator decisivo não é o diagnóstico em si, e sim o grau de limitação funcional que essas condições provocam na capacidade de trabalho do segurado. Dependendo da gravidade do quadro e do impacto na atividade profissional exercida, a dor lombar e a hérnia de disco podem justificar a concessão de benefícios por incapacidade temporária, aposentadoria por incapacidade permanente ou até auxílio-acidente, quando houver redução definitiva da capacidade laboral. Na prática, o INSS analisa cada caso de forma individual, considerando a documentação médica, o histórico clínico, a função desempenhada e o resultado da perícia. Muitos pedidos são indeferidos não porque o segurado não tenha direito, mas porque não consegue comprovar de maneira clara e consistente como a doença limita o exercício do trabalho. Por isso, compreender em que situações a dor lombar e a hérnia de disco geram incapacidade, quais benefícios podem ser concedidos, quais provas são exigidas e como funciona a avaliação pericial do INSS é fundamental para evitar negativas indevidas e tomar decisões previdenciárias mais seguras. Dor lombar e hérnia de disco podem dar direito a benefícios do INSS?

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Especialistas em Direito Previdenciário explicam que conseguir aposentadoria para quem tem epilepsia depende de uma análise cuidadosa das regras do INSS e, principalmente, da comprovação médica da incapacidade para o trabalho. Não existe um benefício automático para quem tem epilepsia, mas é possível obter aposentadoria por incapacidade permanente (antiga aposentadoria por invalidez) se a doença comprometer de forma definitiva a capacidade de exercer atividades profissionais. Além disso, quem tem epilepsia também pode ter direito à aposentadoria da pessoa com deficiência (PCD), caso consiga comprovar que as crises resultam em limitações duradouras para o convívio social e para o trabalho. Cada modalidade possui regras próprias de tempo de contribuição e cálculo do valor do benefício. Quer entender quando a epilepsia dá direito à aposentadoria, qual é o melhor tipo de benefício para o seu caso e como preparar a documentação necessária para apresentar no INSS? Confira tudo o que você precisa saber para garantir o seu direito de forma segura e planejada. Sou epilético, posso me aposentar? Descubra agora.

Sou epilético, posso me aposentar?

Especialistas em Direito Previdenciário explicam que conseguir aposentadoria para quem tem epilepsia depende de uma análise cuidadosa das regras do INSS e, principalmente, da comprovação médica da incapacidade para o trabalho. Não existe um benefício automático para quem tem epilepsia, mas é possível obter aposentadoria por incapacidade permanente (antiga aposentadoria por invalidez) se a doença comprometer de forma definitiva a capacidade de exercer atividades profissionais. Além disso, quem tem epilepsia também pode ter direito à aposentadoria da pessoa com deficiência (PCD), caso consiga comprovar que as crises resultam em limitações duradouras para o convívio social e para o trabalho. Cada modalidade possui regras próprias de tempo de contribuição e cálculo do valor do benefício. Quer entender quando a epilepsia dá direito à aposentadoria, qual é o melhor tipo de benefício para o seu caso e como preparar a documentação necessária para apresentar no INSS? Confira tudo o que você precisa saber para garantir o seu direito de forma segura e planejada. Sou epilético, posso me aposentar? Descubra agora.

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Fibromialgia, pode aposentar?

Especialistas em Direito Previdenciário esclarecem que a fibromialgia pode, sim, gerar direito à aposentadoria, mas não de forma automática. O ponto central não é o diagnóstico em si, e sim o grau de limitação funcional que a doença provoca na vida profissional do segurado. Dependendo do caso, a fibromialgia pode justificar a concessão de benefícios por incapacidade, temporária ou permanente, e, a partir de 2026, também abrir caminho para a aposentadoria da pessoa com deficiência. Com o reconhecimento legal da fibromialgia como condição enquadrável como deficiência, passam a existir novas possibilidades previdenciárias, especialmente para quem convive com dor crônica, fadiga persistente e perda progressiva da capacidade de trabalho. Isso amplia o leque de proteção social, mas também exige atenção redobrada aos critérios técnicos, à documentação médica e à avaliação pericial, já que o INSS analisa cada situação de forma individual. Na prática, muitos indeferimentos não decorrem da inexistência de direito, mas da dificuldade em comprovar, de maneira clara e consistente, o impacto da doença na atividade profissional. Por isso, compreender quando a fibromialgia pode levar à aposentadoria, quais benefícios são possíveis, quais provas são exigidas e como funciona a análise do INSS é fundamental para evitar negativas indevidas e tomar decisões mais seguras. Fibromialgia, pode aposentar?

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