INSS é condenado por demora na análise de auxílio-doença

Especialistas em Direito Previdenciário alertam para os riscos que a demora do INSS na análise de requerimentos de auxílio-doença pode representar para a vida dos segurados. Quando esse benefício é essencial para a subsistência, sobretudo em casos de incapacidade temporária, a morosidade administrativa pode comprometer a renda e a estabilidade financeira de pessoas em situação frágil. Um precedente recente demonstra que o Judiciário já tem condenado o INSS, quando este ultrapassa os prazos legais e os limites estabelecidos pelo acordo homologado no Supremo Tribunal Federal. Nessa decisão, o órgão foi obrigado a concluir a análise de um auxílio-doença pendente muito além do período permitido, reafirmando que a administração pública deve agir com celeridade e eficiência, especialmente em demandas previdenciárias de caráter alimentar. Esse entendimento fortalece outros segurados que enfrentam situação semelhante, demonstrando que a demora não precisa ser aceita como algo “normal”. Com a atuação jurídica adequada, é possível exigir o cumprimento dos prazos, acelerar a tramitação e assegurar que o trabalhador incapacitado receba o benefício a que tem direito. INSS é condenado por demora na análise de auxílio-doença
Quem contribui 15 anos precisa continuar?

Quem contribui 15 anos precisa continuar? Quando um segurado atinge 15 anos de tempo de contribuição, o mínimo exigido para se aposentar por idade pela regra de transição, é natural que surja a dúvida sobre a necessidade de continuar fazendo contribuições para o INSS. É importante dizer que a resposta para essa questão não é […]
O INSS pode cancelar benefícios seu eu recusar a reabilitação profissional?

Especialistas em Previdência explicam que a reabilitação profissional é um serviço oferecido pelo INSS aos segurados que ficaram incapacitados para o trabalho por motivo de doença, acidente ou deficiência. O objetivo é promover a reinserção desses trabalhadores no mercado por meio de reeducação ou readaptação para novas funções compatíveis com suas limitações. Mas afinal, o que acontece quando o trabalhador recusa a reabilitação profissional? Ela é obrigatória? E quem não fizer pode ter o seu benefício suspenso? Enquanto decorre o programa de reabilitação continuo recebendo o benefício? E nos casos em que a reabilitação é inviável, o que acontece? O INSS pode cancelar benefícios seu eu recusar a reabilitação profissional?
Aposentadoria especial do autônomo

Especialistas em Direito Previdenciário explicam em que situações o autônomo pode ter direito à aposentadoria especial. A aposentadoria especial é direito do trabalhador que, durante o trabalho, tenha tido alguma exposição à agentes prejudiciais à saúde em níveis acima dos limites estabelecidos em legislação. Acompanhe todas as informações, e descubra como se aposentar mais cedo e sem o fator previdenciário. Aposentadoria especial do autônomo
Aposentadoria dos brasileiros que residem na Inglaterra

Especialistas em benefícios previdenciários explicam como fica a aposentadoria do brasileiro que trabalha na Inglaterra. Acompanhe neste artigo os esclarecimentos sobre o que fazer nos casos em que não há um acordo previdenciário vigente entre o Brasil e o país no qual o brasileiro passou a trabalhar e residir. É possível inclusive planejar duas aposentadorias integrais, uma no Brasil e outra na Inglaterra. Aposentadoria dos brasileiros que trabalharam na Inglaterra
Como deve ser o atestado médico para apresentar no INSS?

Especialistas em Direito Previdenciário explicam quais as informações relevantes que o seu atestado médico deve conter para que ele seja válido e aceito pelo INSS. Isto porque um atestado médico ilegível ou sem as informações necessárias pode resultar na negativa do INSS quando se trata de solicitações de benefícios por incapacidade, como o auxílio-doença ou a aposentadoria por invalidez. Acompanhe todas as informações, e descubra como aumentar as chances do seu benefício ser concedido. Como deve ser o atestado médico para apresentar no INSS?
Continuo doente e o INSS cessou meu benefício, e agora?

Especialistas em Previdência alertam que trabalhadores que ainda estão doentes, mas tiveram seu auxílio-doença cessado pelo INSS, devem agir rapidamente para evitar ficar sem renda. É fundamental avaliar se a decisão foi injusta, verificando exames e laudos médicos atualizados. Caso a incapacidade para o trabalho continue, o trabalhador pode recorrer administrativamente ou ingressar com uma ação judicial para restabelecer o benefício. Contar com o apoio de um advogado previdenciário pode aumentar as chances de sucesso no processo. Acompanhe os detalhes e saiba quais medidas tomar para garantir seus direitos. Continuo doente e o INSS cessou meu benefício, e agora?
Empréstimo consignado no salário dos aposentados e pensionistas

Especialistas em INSS explicam que os aposentados e pensionistas do INSS têm direito ao empréstimo consignado, no entanto, é importante ter atenção aos golpes e fraudes que têm sido cada vez mais frequentes nessa modalidade de crédito. Acompanhe todos os detalhes e descubra o que fazer se um empréstimo consignado está sendo descontado sem a sua autorização, Empréstimo consignado no salário dos aposentados e pensionistas
O que mudou na tributação de aposentadorias de brasileiros no exterior em 2026

A tributação de aposentadorias e pensões de brasileiros que vivem no exterior mudou após decisão do Supremo Tribunal Federal, que afastou a cobrança automática de 25% de Imposto de Renda. A partir dessa mudança, esses rendimentos passam a seguir a lógica da tabela progressiva, semelhante à aplicada a residentes no Brasil, o que pode reduzir significativamente o imposto ou até gerar isenção em alguns casos. No entanto, a aplicação prática depende da adequação da Receita Federal do Brasil, da correta classificação do rendimento e da existência de tratados internacionais, sendo fundamental uma análise individual para garantir a tributação correta e evitar cobranças indevidas. O que mudou na tributação de aposentadorias de brasileiros no exterior em 2026
Tempo trabalhado no Brasil conta para aposentar no exterior?

O tempo trabalhado no Brasil pode ser aproveitado para aposentadoria no exterior, desde que exista acordo previdenciário internacional entre os países envolvidos. Esses acordos permitem a totalização dos períodos de contribuição, ou seja, a soma do tempo trabalhado no Brasil com aquele exercido no exterior para cumprir os requisitos mínimos exigidos. Na prática, isso pode viabilizar o acesso ao benefício e até antecipar a aposentadoria, embora cada país seja responsável pelo pagamento proporcional ao tempo contribuído em seu sistema. Tempo trabalhado no Brasil conta para aposentar no exterior?
