Quais atividades permitem receber adicional de periculosidade?

Especialistas explicam que o adicional de periculosidade é um benefício concedido a trabalhadores que exercem atividades com risco elevado, garantindo um acréscimo de 30% sobre o salário-base. Têm direito ao adicional profissionais que atuam com explosivos, inflamáveis, energia elétrica, segurança patrimonial, radiação ionizante e motoboys utilizadas no trabalho. Além do adicional, esses trabalhadores podem ter direito à aposentadoria especial, que permite se aposentar com menos tempo de contribuição devido à exposição contínua ao risco. A concessão do benefício depende da comprovação do risco por meio de laudo técnico e Perfil Profissiográfico Previdenciário (PPP). O pagamento deve ser feito pelo empregador e, caso não ocorra, o trabalhador pode buscar a Justiça do Trabalho para garantir esse direito. Quais atividades permitem receber adicional de periculosidade?
Sua aposentadoria pode ter um valor maior!

Especialistas em benefícios previdenciários explicam como é possível tomar medidas para aumentar o valor do benefício não apenas na aposentadoria que ainda não foi concedida, ou seja, quando o trabalhador está prestes a se aposentar e ainda não pediu o benefício do INSS, mas até mesmo naqueles casos em que a aposentadoria já foi concedida e o segurado já está recebendo. Acompanhe neste artigo os esclarecimentos para essa questão e muitas outras informações sobre a possibilidade aumentar o valor da sua aposentadoria. Sua aposentadoria pode ter um valor maior!
Aposentadoria do frentista

Especialistas em INSS explicam que a exposição aos riscos à saúde ou à integridade física, dependendo do grau, permitem que o trabalhador se aposente com um tempo reduzido de serviço em relação aos demais trabalhadores. Acompanhe este artigo e descubra como os frentistas podem se aposentar mais cedo. Aposentadoria do frentista
Seguro-desemprego: quem tem direito e qual o valor?

Especialistas explicam que o seguro-desemprego é um benefício concedido a trabalhadores demitidos sem justa causa, garantindo auxílio financeiro temporário enquanto buscam uma nova oportunidade no mercado. O valor das parcelas varia conforme a média salarial dos últimos três meses antes da dispensa, respeitando um mínimo equivalente ao salário mínimo vigente e um teto fixado pelo governo. O benefício pode ser solicitado dentro de prazos específicos e é pago por um período que varia entre 3 e 5 meses, dependendo do tempo trabalhado. Além disso, quem desejar manter sua qualidade de segurado pode contribuir para o INSS como facultativo. Para evitar problemas no requerimento do seguro-desemprego, é essencial conhecer as regras e, se necessário, buscar orientação especializada. Seguro desemprego quem tem direito e qual o valor
Posso desistir da aposentadoria no INSS?

Especialistas em Previdência afirmam que, em determinadas situações, é possível desistir da aposentadoria concedida pelo INSS. No entanto, essa desistência só pode ocorrer se o segurado ainda não tiver sacado o primeiro pagamento do benefício, nem valores do FGTS ou PIS/PASEP. Caso contrário, a aposentadoria se torna definitiva, restando apenas a opção de revisão. A desistência pode ser vantajosa quando há possibilidade de acessar uma regra mais benéfica no futuro ou aumentar o tempo de contribuição para obter um valor maior de benefício. Por isso, antes de tomar qualquer decisão, é fundamental que o segurado analise sua situação previdenciária e, se necessário, consulte um especialista para um planejamento adequado. Posso desistir da aposentadoria no INSS?
Ação trabalhista pode ajudar na sua aposentadoria!

Você sabia que as sentenças trabalhistas podem ter um reflexo direto nos benefícios previdenciários? Assim, se você teve uma sentença trabalhista reconhecida, é crucial compreender como isso pode afetar sua aposentadoria. Mas, afinal, quando a ação trabalhista pode trazer alguma vantagem na aposentadoria? A ação trabalhista pode ajudar quem já se aposentou? Que cuidados o […]
O que fazer se o país onde moro não tem acordo com o Brasil?

Especialistas em Previdência explicam que países importantes como Inglaterra, México, China, Nova Zelândia ainda não possuem um Acordo Previdenciário com o Brasil. Mas isso não é necessariamente um problema para os brasileiros que decidem se mudar para outro país. Se o brasileiro que reside no exterior planejar suas contribuições ao INSS e souber requerer corretamente o seu benefício é possível, inclusive, que você venha a ter duas aposentadorias no futuro. O que fazer se o país onde moro não tem acordo com o Brasil?
A aposentadoria por invalidez é para sempre?

Especialistas em benefícios previdenciários explicam se a aposentadoria por invalidez pode ser cancelada. Acompanhe neste artigo os esclarecimentos para essa questão e muitas outras informações sobre como funciona a aposentadoria por incapacidade permanente. A aposentadoria por invalidez é para sempre?
Perícia médica do INSS

Especialistas em Direito Previdenciário explicam que todos aqueles que solicitarem ao INSS o auxílio-doença, auxílio-acidente ou a aposentadoria por invalidez devem passar pela perícia médica do INSS. Acompanhe todas as informações, e descubra como se preparar para a perícia médica do INSS e comprovar corretamente a sua incapacidade para o trabalho. Perícia médica do INSS
Reforma da Previdência do Município de Florianópolis/SC

Especialistas em Previdência apontam que a reforma da previdência do município de Florianópolis trará impactos significativos para os servidores municipais, tanto ativos quanto aposentados. As principais mudanças incluem o aumento da idade mínima e do tempo de contribuição, além da alteração nas regras de transição. Outra mudança relevante é a ampliação da base de contribuição dos aposentados, que passará a incidir sobre valores acima de dois salários mínimos. Para aqueles que já estão no serviço público, novas regras de transição foram estabelecidas, enquanto os novos servidores seguirão exclusivamente as normas gerais. Acompanhe os detalhes e entenda como as mudanças podem afetar sua aposentadoria. Reforma da Previdência de Florianópolis: o que muda?








